Lançamento do livro “África, Brasil, Portugal – História e Ensino de História”

O Departamento de História e a Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional farão o lançamento do livro no dia 23 de Maio às 18h30min no MAUC-UFC.

O objetivo dos idealizadores é divulgar o trabalho nas redes de ensino, trabalho este que já vem sendo feito juntamente à Universidade com disciplinas ofertadas na Faculdade de Educação e no próprio Departamento de História. Inclusive com o curso de aperfeiçoamento em História Africana com a participação de professores, membros de organizações não governamentais e integrantes de movimentos sociais.

O livro é resultado do III Festival de Cultura da Universidade Federal do Ceará e reúne artigos de africanos, cearenses e portugueses.

Tudo que você gostaria de saber sobre biblioteconomia

O blog Bibliotecário Sem Fronteiras (BSF) esclarece algumas dúvidas.

Como está o mercado de trabalho?

Não conheço nenhum bibliotecário minimamente competente desempregado. Tem gente que ganha 500 reais, tem gente que ganha 20 mil. Vai depender mais de você do que do mercado.

E os estágios – têm vagas de estágio – desde o início?

Tem bastante estágio. É mão de obra barata, as empresas adoram.

A partir de quando – em que semestre do curso – se deve procurar estágio?

O quanto antes. Mas em geral as empresas aceitam estagiários a partir do terceiro período/semestre.

Onde, normalmente, se faz estágio?

Em bibliotecas, escritórios de advocacia e arquivos.

Qual a carga horária e o valor recebido?

Os estágios são de 4 ou 6 horas. Desde R$200 até R$2000, dependendo do tipo de empresa, serviço e região.

Como é o salário no início da carreira?

A maioria dos que eu conheço ganha entre R$1500 e R$2500.

Existe pós-graduação na área? Se sim, o que está em evidência hoje, o que seria interessante?

Existe uma série de cursos de especialização e pós lato sensu. Geralmente os bibliotecários escolhem cursos associados a gestão da informação ou documentos. E existe uma série de cursos de mestrado e doutorado, stricto sensu. Geralmente os bibliotecários seguem as linhas de pesquisa da ciência da informação, comunicação, computação, memória social ou engenharia de produção.

E dá para seguir carreira pública, como seria?

Dizem que é o melhor caminho a seguir.

Abrem concursos para a área?

Nas cidades com maior concentração de instituições públicas (Brasília, Rio) os concursos acontecem com maior frequência.

Fonte: http://bsf.org.br/2011/02/26/tudo-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-biblioteconomia/

123 ANOS DA ABOLIÇÃO

Em comemoração aos 123 anos de abolição da escravidão no Brasil, o Arquivo Público do Estado do Ceará (APEC) lança hoje (13) a exposição “Fontes para a História da Escravidão no Ceará”. Durante a exposição, que acontece até o dia 13 de junho, os visitantes poderão conhecerdocumentos dos poderes executivo, legislativo e judiciário relevantes para a história da escravidão no estado.

Entre os documentos da mostra estão a relação dos escravos libertados, em 19 de dezembro de 1883 no município de Sobral, a relação dos escravos matriculados na tesouraria de Fazenda do Ceará em 11 de janeiro de 1881 e o Estatuto da Sociedade Centro Abolicionista em 19 de dezembro de 1882.

Serviço:
Exposição “Fontes para a História da Escravidão no Ceará”
Local: Térreo do Arquivo Público do Estado do Ceará – APEC
Data: de 13 de maio a 13 de junho de 2011
Horário: de segunda-feira à sexta-feira das 8h às 12h e de 14h às 17h

Surdos protestam contra a inclusão educacional

Uma passeata, seguida por audiência pública na Assembleia Legislativa, dará inicio à série de manifestações a favor da educação e da cultura surda. Hoje, a partir das 8 horas, cerca de 800 surdos, familiares, amigos e simpatizantes da causa, devem se reunir para reivindicar as mudanças propostas no Plano Nacional de Educação (PNE), que institui a integração dos surdos nas escolas comuns. A concentração será em frente ao Instituto Cearense de Educação de Surdos (Ices).

A principal divergência está relacionada justamente à inclusão educacional dos surdos. A representante da Comissão Municipal da Pessoa com Deficiência, Vanessa Vidal, explica que a presença do surdo em uma escola comum traz diversos malefícios. “Essa proposta de alteração é um absurdo. É importante que o surdo se identifique com seus pares. Não somos contra a inclusão social, mas defendemos que a educação infantil dos surdos seja feito na escola bilíngue para surdos”, afirma.

O professor universitário e representante da Associação de Surdos do Ceará, Willer Cysne, ressalta que essa é uma garantia que já foi conquistada através da legislação. A lei 10.436/2002 oficializa a língua de sinais e a lei 5.626/2005 rege essa educação. “Estão querendo promover um retrocesso. Não queremos que todas essas conquistas se percam”, pontua.

Fortaleza será a primeira capital brasileira a discutir essa implementação nacional da educação para surdos. “A educação para surdos no Ceará está de acordo com nossas expectativas, mas temos medo que a imposição de uma mudança nacional mude nosso panorama local”, avisa.

Atualmente, existem cerca de 60 professores graduados em letras/libras. E outros 60 em curso. “Eles estão aptos a ensinar com uma metodologia específica, que vai proporcionar o máximo de desenvolvimento para a criança surda”, garante.

Através da experiência pessoal, Vanessa explica que o surdo necessita ter acesso pleno à sua língua materna (libras) pra interagir melhor em sociedade. “Quando estudei em escola comum não conseguia acompanhar os estudos e interagir com os outros alunos”, desabafa. Ao mudar para a escola bilíngue, a situação melhorou, segundo ela.

Outra questão é sobre qual o profissional que se tornaria referência para o aluno, o professor habilitado ou o tradutor. “Estamos preocupados em garantir e priorizar o acesso à informação através da língua de sinais em um ambiente onde o surdo não seja minoria”, complementa Willer.

Fonte: Jornal O Povo (Fortaleza, 16 de maio de 2011)

Metrofor: rumo ao futuro… Distante.

Mais uma vez depois de “séculos” sem nenhum post. Resolvi criar vergonha na cara e começar a escrever novamente.

Pois é meu povo, depois de 2 anos do primeiro post sobre a maravilha do transporte público de Fortaleza que VAI ser o Metrofor… Esses dias eu andei reparando que depois desse tempo todo de obras, obras e maaaaais obras, finalmente a gente começa a ver alguma coisa de concreto (sem trocadilhos tá) na estação do shopping Benfica. O negócio começou a ter cara de uma estação  de metrô. Estou até admirada, pois mesmo com essas chuvas que estão caindo na cidade as obras não pararam e o metro não virou uma piscina como das outras vezes. E por falar em chuva… O que é isso São Pedro, pelo amor de Deus o senhor só pode tá de sacanagem!! Mas isso é assunto pra outro dia.